IMÓVEIS ECO-FRIENDLY
A Lounge Real Estate ciente das alterações climáticas e de todas as consequências que estamos presentemente a lidar, irá posicionar e direcionar a sua estratégia de produto para imóveis “eco-friendlys”, imóveis com maior valor ambiental, com um nível de gestão de utilização mais eficiente de recursos, para atrair investidores para espaços mais saudáveis por forma a contribuir para o compromisso de atingir a Neutralidade Carbónica (Net Zero) até 2050, em consequência da assinatura do Acordo de Paris e Pacto Ecológico Europeu.
O foco está em promover uma evolução arquitetónica que possibilite, um aumento de qualidade de vida para todos. De destacar, também que imóveis sustentáveis certificados, tendem a ter uma maior valorização e procura por parte dos consumidores e são também geradores de retornos financeiros mais positivos para os investidores.
DESEJA PROMOVER UM IMÓVEL
ECOLÓGICAMENTE SUSTENTÁVEL?
As certificações BREEAM e LEED, diretamente vocacionadas para certificação de edifícios sustentáveis, as politicas/critérios ESG bem como a certificação WELL, que se debruça sobre o impacto do edifício na saúde e bem-estar dos seus ocupantes, já não são um “nice to have” mas um “must to have” e são fundamentais na implementação e desenvolvimento de estratégias de transformação dos imóveis (residenciais e de serviços), para que estes alcancem a sustentabilidade exigida atualmente, sendo mais que obrigatório que o design e a componente técnica na requalificação e construção de edifícios, tenha em mente estratégias como:
Intervir sobre a fachada do edifício – aplicação de sistemas de capoto, ou outros igualmente eficientes em isolamento térmico, janelas com caixilharias e vidros mais eficientes e com isolamento térmico e acústico
Instalar sistemas de impermeabilização eficientes e, em complemento a estes, a instalação de coberturas verdes, que enriquecem em muito o edifício, pelo conforto térmico que imprimem, pelo facto de serem fonte de biodiversidade, pelo positivo valor visual que acrescentam e por poderem ser consideradas uma estratégia de mitigação dos impactes negativos sobre o ambiente e das emissões de carbono
Introduzir zonas verdes como parte integrante dos imóveis – nos diversos níveis do edifício, e não só aplicados às coberturas – com a adoção desta medida estaremos também a contribuir para a Estrutura Ecológica Urbana
Utilizar eficientemente os recursos água e energia
Instalar sistemas de monitorização da qualidade do ar, consumos de água, consumos de energia, sistema AVAC, permitindo uma automatização dos sistemas de modo a operarem de forma mais eficiente
Instalar painéis fotovoltaicos
Instalar postos de carregamento de veículos elétricos e a criação de parqueamento próprio para bicicletas
Avaliar o potencial de reciclagem dos materiais e equipamentos a remover e introduzir, bem como considerar a utilização e aplicação de matérias de revestimentos, pavimentos, mobiliário, etc., que sejam sustentáveis, com pegada de carbono reduzida e/ou provenientes de materiais reciclados, promovendo a economia circular
Ouvir quem está nos edifícios, com o desenvolvimento de questionários de satisfação relativamente ao edifício, mas também sobre a gestão do mesmo
Considerar sempre a implementação de sistemas de mitigação dos efeitos das alterações climáticas e trabalhar para a construção de espaços seguros, saudáveis e, logo, mais produtivos
Políticas Ambientais em Portugal
Em Portugal, os edifícios são responsáveis por cerca de 30% do consumo final de energia.
Em 2016, Portugal foi o primeiro país do mundo a assumir o compromisso de alcançar a neutralidade carbónica até 2050. Mas, numa Europa onde uma parte significativa do parque de edifícios é anterior à implementação de medidas de sustentabilidade energética, a tarefa de potenciar a sustentabilidade no universo imobiliário é mais que necessária.
Edifícios ecologicamente sustentáveis, são já uma tendência, as famílias portuguesas estão cada vez mais exigentes e a evolução tecnológica favorece esta tendência dos edifícios carbono zero, com painéis solares cada vez mais eficientes e que contribuem para esta realidade.
A forma como são construídos os edifícios, está a evoluir, fruto da escassez de mão de obra e preços de alguns materiais. A construção modular e a industrialização favorecem o uso da madeira, como material de futuro. É uma revolução em curso, mas que ainda está a iniciar um processo de escala. A mobilidade elétrica é outra variável essencial dos edifícios do futuro, na preparação de infraestruturas dos edifícios para ter uma relação positiva com os carros elétricos – Ser mais sustentável é a prioridade no momento.
Tipologia 1: Substituição de janelas não eficientes por janelas eficientes, de classe energética igual a «A+»
Tipologia 2: Aplicação ou substituição de isolamento térmico em coberturas, paredes ou pavimentos
Tipologia 3: Sistemas de aquecimento e/ou arrefecimento ambiente e de águas quentes sanitárias (AQS) que recorram a energia renovável, de classe energética «A+» ou superior
Tipologia 4: Instalação de sistemas fotovoltaicos e outros equipamentos de produção de energia renovável para autoconsumo com ou sem armazenamento
Tipologia 5: Intervenções que visem a eficiência hídrica
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